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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Aspas para Schleck, Riis e Contador

As falas de três dos principais personagens da excelente 18ª etapa do Tour de France.

Andy Schleck
"Me senti super bem nesta manhã e eu não tive medo de perder. Estou muito feliz com a etapa, eu assumi a responsabilidade. Falei para eu mesmo nesta manhã, 'isso vai funcionar ou não' e acabou funcionando. Eu não iria pedalar para chegar a Paris em quarto. Estou muito feliz por mim e pelo meu time. Eles trabalharam duro e eu tenho de agradecê-los".
(AFP)
Bjarne Riis
"Será muito difícil para ele (Contador) vencer o Tour agora, certamente. Ele queria atacar, mas ele não teve pernas hoje e sofreu com as dores no joelho".
(AFP)
Alberto Contador
"Não foi um dia bom para mim, fiquei completamente sem forças nos últimos dez quilômetros. Senti uma fraqueza terrível, os quilômetros finais foram muito duros. Até certo ponto, eu conseguia pegar a roda dos outros, mas, no final, decidi pedalar no meu ritmo. Está praticamente impossível."

(© Roberto Bettini)

sábado, 16 de julho de 2011

Aspas para Voeckler e os irmãos Schleck

Confira o que disseram três fortes candidatos à vitória no Tour, após a etapa de hoje.


(AFP)
Andy Schleck
"(Thomas) Voeckler está se mostrando muito forte, mais forte até do que se poderia imaginar. Ele é um batalhador e a camisa amarela lhe dá confiança e convicção. Neste momento, o melhor corredor é (Cadel) Evans, pois sempre faz um contra-relógio favorável às suas características".



(© Roberto Bettini)
Fränk Schleck
"Nós (ele e o irmão) tentamos vários ataques, mas o único que parecia interessado além de nós era Ivan Basso. Todos os outros apenas se entre-olhavam. Ivan, meu irmão e eu tentamos realmente correr. Nos dois quilômetros finais eu sofri, mas fiquei feliz com minha corrida. (Contador) não aparenta ter tanta vantagem, como em anos anteriores, então ele pode ser batido".






(© Sirotti)
Thomas Voeckler
"É difícil fazer comparações entre eu e os favoritos. Hoje eu devia apenas segui-los e sofri terrivelmente, mas talvez todos também sofreram. Não estou interessado em mostrar que sou o ciclista mais forte, mas sim em manter a camisa amarela. Fui capaz de fazê-lo e estou feliz por isso. Mas conseguir permanecer junto aos melhores escaladores foi uma surpresa também para mim. Em relação a 2004, quando (Lance) Armstrong foi o campeão e eu tive a camisa amarela, a situação foi muito diferente, pelo tempo e pelo vento. Com certeza eu estou melhor, esta (de hoje) foi a melhor subida de minha vida. No ciclismo, as coisas estão indo muito melhor, desde que me tornei profissional, em 2001. Em 2009, havia dito que tinha sido minha melhor temporada. Falei o mesmo em 2010 e talvez também direi isso no final desta temporada".

terça-feira, 5 de julho de 2011

Aspas para Evans, Hushovd e Contador

Confira o que de mais importante falaram após a etapa de hoje Cadel Evans (BMC), Thor Hushovd (Garmin-Cervélo) e Alberto Contador (Saxo Bank-Sungard), o ataual campeão, três dos principais candidatos ao Tour deste ano.

Evans

"O primeiro objetivo era passar ileso pela etapa, sem problemas. Vencer a etapa era o segundo objetivo. E o terceiro era conseguir a camisa amarela. É a segunda etapa de Tour que eu venço, mas é a primeira vez que subo ao pódio para comemorá-la. A outra vez, há quatro anos, foi um CRI em Albi, vencido por Vinokourov, desclassificado em seguida (por doping de Vinokourov). Com Contador e Rasmussen nas etapas de montanha e com Cancellara nos contra-relógios, nunca foi fácil, para mim, vencer uma etapa. Estou realmente contente e surpreso, pois não esperava vencer. E pensar que a 15 quilômetros da chegada eu precisei trocar de bicicleta. Naquele momento, me bastaria apenas chegar ao final junto do pelotão. Esta vitória dá nova confiança a mim e à equipe e é muito positiva para a classificação. Ainda faltam três mil quilômetros até Paris."

Hushovd
"A chegada de hoje não era para os velocistas, por isso estou feliz com o meu sexto lugar. O nosso objetivo era manter a camisa amarela, mas, no final, sobretudo depois do ponto mais duro da subida, pensei que poderia vencer. Esta sensação durou só um segundo, pois logo depois percebi que não tinha nenhuma força em minhas pernas. Agora penso que posso manter a camisa amarela até sábado, na etapa do Super-Besse, mesmo que isso exija um trabalho mais duro do time. Nos últimos anos, aprendi que é sempre mais difícil vencer etapas planas quando temos concorrentes como (Mark) Cavendish. Por isso, tenho aprendido a melhorar minhas subidas. E uma ajuda nesse sentido vem de Philippe Gilbert, com quem treino."

Contador
"É uma colocação importante para mim, para a equipe e para nossa moral. A etapa era difícil e perigosa e eu sabia que Evans está correndo forte. Foi um dia bom. Eu estava bem no Giro, mas aqui no Tour, não sei. Se eu vencer, bem. Se não vencer, devemos dizer que há gente mais forte qe eu no momento. Os oito segundos que tirei de Andy Schleck hoje me agradaram, apesar de todo o tempo que perdi no contra-relógio de equipes".